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Entradas etiquetadas como ‘redes sociais’

Bruno Latour em Redes Sociais

Fevereiro 23, 2008 · Deixe um comentário

The Spirit of Social Networks

Some day…a idéia de redes sociais em Bruno Latour (2007) vem de Gabriel Tarde (1889) e explica a conectividade da ação humana através de sua potencial e infinita capacidade de influenciar, em grande escala, a realidade social a partir de um único movimento singular.

 

 

“Everything, including what is now diffused among all cultured minds and taught even in the primary school, began as the secret of some single mind, whence a little flame, faint and flickering, sent forth its rays, at first only within a narrow compass, and even there encoutering many obstructions, but growing brighter as it spread further, it at length became a brilliant illumination. Now, if it seems plainly evident that science was thus constructed, it is no less true that the constuction of every dogma, legal code, government, or economic régime was effected in the same same maner (…)” (Latour, 2007:15).

 

 

Latour, redefine as redes sociais como movimentos, espaços e preenchimentos que podem ser emergentes ou provocados, que se manifestam desde o início dos tempos.

 

 

 

“Então, rede social é uma expressão utilizada para verificar o grau de energia, de movimento, e especificar o quanto nossa descrição é capaz de capturar disso. Trata-se de um conceito, não algo lá fora. É uma ferramenta para ajudar a descrever algo, não o que está sendo descrito. (…) uma rede social não é o que está representado no texto, mas quais leituras do texto podemos tirar do revezamento dos atores como mediadores destas ações.” (LATOUR, 2007:131).

 

 

Desse modo, diante dos avanços tecnológico, o aspecto mais importante a ser considerado é que, seja on ou off-line, atualmente precisamos compreender o complexo aspecto humano das redes, ou seja, mais que sistemas,redes são pessoas que anseiam por conversar, se apresentar, compartilhar conhecimentos tácitos, pensamentos críticos, conhecimentos científicos.

 

 

Categorias: redes sociais
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Change My World – World of Art as an Actor-Network

Fevereiro 18, 2008 · Deixe um comentário


‘The world of art is then neither a field nor a system but an actor-network, and the comentary its mediator’(Albertsen & Diken:2004).

That’s the possibilities of an emergent power that come’s through the world through artwork.

This idea is reinforced for the collective beliefs. They give some kind of magician power for the artwork, ‘a social universe of beliefs included everyone engaged in art: artists, art historians. politicians, gallery-owners, theachers, parents, etc.’(Bourdieu, 1980:221).

The crativity flows up because of a learning region made by the collective tacit kownledge when we stay together in some pourposes. It’s our day-a-day life, our work, our conversations.

‘It’s no dististincion between the analysis of works of art as works of art and as work in social networks.’ As Luhmann (1995) ‘The perception of an artwork, too, is based on an observation of connections of form. (…) The work only emerges as an artwork through a ‘recursive networking with other works of art and with(…)verbal communication about art’

“It is always the same! I am always surprise that people decline to recognize this truth: Everything is social! (Bordieu, 1992:110)

ALBERTSEN, Niels; DIKEN; Bülent.(2004)Artwork’s Network: field, system or mediators? IN: Theory, Culture & Society. London: SAGE. Vol. 21 (3): 35-58.

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Jornalistas, Admnistradores e o Domínio nas Redes Sociais

Fevereiro 16, 2008 · Deixe um comentário


Regiões de Aprendizagem fluem através do ar… Esse é o nosso momento, a nossa vida.

Movidas pelas redes sociais, essas regiões não podem ser dominadas. Nem o capital as domina, antes propicia locais para que se apresentem, durante algum tempo.

Métodos de mapeamento, reconhecimento de padrões gerais, bancos de dados são efêmeros. O que podem revelar já assumiu novas configurações. O que podemos extrair é o momento, uma informação em um dado período histórico. Não há garantias a mais.

É assim que o conhecimento se multiplica e nos contamina, nos dias atuais. Não há como controlar o know-how, respirar é aprender.

Campus Party é uma festa sem controle. As regras já forma subvertidas em uma ordem a favor dos que participam. Crachás trocados, computadores trocados, negociações paralelas, conversações.

Mas essa é a ação das redes sociais na festa…criar, demandar, agir. Os administradores que, tentaram o domínio da multidão fracassaram no primeiro dia, por outro lado, os jornalistas que queriam o domínio da palavra sobre o evento, fracassaram a partir do momento em que o primeiro participante conectou a sua máquina na rede, no andar de cima do pavilhão da bienal…

Redes sociais não podem ser dominadas, pois são elas quem dominam.

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