DissemiNation: time, narrative, and the margins of modern nation by Homi K. Bhabha

Thinking about narratives a it’s power through the nation. The brazilian telenovela’s case and it’s socialnetwork repercussion by the audience.

http://prelectur.stanford.edu/lecturers/bhabha/dissemination.html

Reference according ABNT: BHABHA, Homi. K. (Ed.) Nation and narration. London: Routledge, 2000. 333p.

Link to Amazon look inside http://www.amazon.com/Nation-Narration-Homi-K-Bhabha/dp/0415014832/ref=sr_1_2?ie=UTF8&qid=1299632265&sr=8-2″> ,
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Creativity and Making is Connecting 2010

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YouTube Tricks

Substitua a palavra whatch do endereço dos vídeos do YouTube por “warp.swf“. Vai ficar algo do tipo…bem maruco!!!

http://www.youtube.com/watch?v=wD1koGibW4E

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Vc gostou?

Fonte: http://www.dormiu.com.br/ Gracias ao Pablo Carranza
Gracias MI! OUTRAR-SE

Biopol√≠tica em Foucault e a Constitui√ß√£o do Campo Pol√≠tico em Spinoza

O estudo sobre a biopolítica realizado em Foucault (2008, p. 28) começa por meio de uma metodologia que se poderia denominar de Genealogia da Forma de Governar ao analisar as influências do mercantilismo no que ele denomina por razão de Estado durante os séculos XVI e XVIII.

“O que √© governar? Governar segundo o princ√≠pio da raz√£o de Estado √© fazer que o Estado possa se tornar s√≥lido e permanente, que possa se tornar rico, que possa se tornar forte diante de tudo o que pode destru√≠-lo”. (FOUCAULT, 2008, p. 6).

Pensando dessa maneira o autor chega √†s caracter√≠stica de especificidade e pluralidade do Estado, afirmando o n√£o lugar do estado nas configura√ß√Ķes de classe, mais adequado a uma realidade espec√≠fica e descont√≠nua que n√£o estaria atrelada √†s formas constitu√≠das de poder como igreja ou o governo do rei, mas como um lugar independente, um campo pol√≠tico que √© plural.

Ao mencionar essa configura√ß√£o do Estado, o autor coloca a defini√ß√£o do mesmo atrelada √†s rela√ß√Ķes que o constr√≥em. Algo bem parecido com a constitui√ß√£o do campo pol√≠tica em Spinoza (1996). O governo da Multitudo se faz a partir de acordos, e o Imperium se constitui a partir n√£o de um governo estabelecido, mas muito mais de um movimento de a√ß√£o em comum, independente do regime pol√≠tico estabelecido.

‚ÄúOs homens operam constituindo um indiv√≠duo coletivo ou complexo, a multitudo, e instituem o imperium ou (…) ‚Äúo corpo e a mente do poder‚ÄĚ (totis imperii corpus et mens) dotado de toda pot√™ncia que seus agentes lhe derem: o imperium √© o direito natural comum ou coletivo cuja a√ß√£o √© o √Ęnimo e a mente da massa. Ao ser institu√≠do como poder soberano, esse direito coletivo implica simultaneamente um processo de distribui√ß√£o de poderes, determinando as duas formas universais do campo pol√≠tico e as formas particulares dos regimes pol√≠ticos.” ( CHAU√ć, 2003, p. 167).

Foucault vai falar do mercantilismo ou do liberalismo pois eles abriram espa√ßos dentro das configura√ß√Ķes hist√≥ricas das formas de governo do Estado para um dom√≠nio econ√īmico e de leis da economia sobrepujantes ao do governo propriamente dito.

A emerg√™ncia de uma economia pol√≠tica sob a fachada de um “governo frugal” vem das rela√ß√Ķes dos atores, da sua maneira de se comportar e viver em rela√ß√Ķes complexas e entrela√ßadas com os processos econ√īmicos.

Fontes:

FOUCAULT, Michel. Nascimento da biopolítica: curso dado no Collège de France (1978 Р1979). Tradução: Eduardo Brandão. São Paulo: Martins Fontes, 2008.
CHAU√ć, Marilena. Pol√≠tica em espinoza. S√£o Paulo: Companhia das Letras, 2003.
SPINOZA, Baruch de. Tratado político. Tradução Manuel Castro. São Paulo: Nova Cultural, 1996.

Crit√©rios de Reputa√ß√£o em Coletivos Digitais

Ol√°s,

Minha dissertação de mestrado para quem quiser dar uma olhada.

Título: Critérios de Reputação em Coletivos Digitais.
Ano de defesa: Maio/2009 – ECA/USP.

jokas, jokas!ūüėČ

INTERNET GENERATIONS EXPLAINED

INTERNET GENERATIONS EXPLAINED
Generation Name Bith Years, Ages in 2009 % of Total Adult Population % of Internet-using Population
DIGITAL NATIVES Born 1991-2000, Ages M√°x. 17 0% (?)
GENERATION Y (Millenials) Born 1977-1990, Ages 18-32 26% 30%
GENERATION X Born 1965-1976, Ages 33-44 20% 23%
YOUNG BOOMERS Born 1955-1964, Ages 45-54 20% 22%
OLDER BOOMERS Born 1946-1954, Ages 64-72 13% 13%
SILENT GENERATION Born 1937-1945, Ages 64-72 9% 7%
G.I. GENERATION Born – 1936 9% 4%
Fonte: JONES, Sidney; FOX, Susan. Generations Online in 2009. Pew/Internet & American Life Project. Washington, DC: 2008.
Disponível em: http://www.pewinternet.org/PPF/r/275/report_display.asp. Acesso em: 28 fev. 2009.

O Conceito de Trabalho Imaterial – Hardt & Negri – Multid√£o- (2005)

HARDT, Michael; NEGRI, Ant√īnio. Multid√£o: guerra e democracia na era do imperio. Tradu√ß√£o: Cl√≥vis Marques. Rio de Janeiro: Record, 2005.

“A cena contempor√Ęnea do trabalho e da produ√ß√£o, como explicaremos, est√° sendo transformada sob a hegemonia do trabalho imaterial, ou seja, trabalho que produz produtos imateriais, como a informa√ß√£o, o conhecimento, id√©ias, imagens, relacionamentos e afetos. Isto n√£o significa que n√£o exista mais uma classe oper√°ria industrial trabalhando em m√°quinas com suas m√£os calejadas ou que n√£o existam mais trabalhadores agr√≠colas cultivando o solo. N√£o quer dizer nem mesmo que tenha diminu√≠do em car√°ter global a quantidade desses trabalhadores. Na realidade, os trabalhadores envolvidos basicamente na produ√ß√£o imaterial constituem uma pequena minoria do conjunto global. O que isto significa, na verdade, √© que as qualidades e as caracter√≠sticas da produ√ß√£o imaterial tendem hoje a tranformar as outras formas de trabalho e mesmo a sociedade como um todo. Algumas dessas novas caracter√≠sticas decididamente n√£o s√£o bem-vindas. Quando nossas id√©ias e nossos afetos, nossas emo√ß√Ķes, s√£o postos para trabalhar, por exemplo, sujeitando-se assim, de uma nova maneira, √†s ordens do patr√£o, frequentemente vivenciamos novas e intensas formas de viola√ß√£o ou aliena√ß√£o. Al√©m disso, as condi√ß√Ķes contratuais e materiais do trabalho imaterial que tendem a se disseminar por todo o mercado de trabalho v√™m tornando mais prec√°ria a posi√ß√£o do trabalho de maneira geral. Existe por exemplo a tend√™ncia, em v√°rias forma de trabalho imaterial, para o obscurecimento da distin√ß√£o entre hor√°rios de trabalho e de n√£o trabalhar, estendendo o dia de trabalho indefinidamente at√© ocupar toda a vida, e uma outra tend√™ncia para o funcionamento do trabalho imaterial sem contratos est√°veis de longo prazo, assumindo com isto a posi√ß√£o prec√°ria de se tornar flex√≠vel (realizar v√°rias tarefas) e m√≥vel (estar constantemente mudando de lugar). Certas caracter√≠sticas do trabalho imaterial, que tendem a transformar outras formas de trabalho, apresentam um enome potencial para a transforma√ß√£o social positiva. (Paradoxalmente, essas caracter√≠stica positivas s√£o o lado din√Ęmico das consqu√™ncias negativas). Em primeiro lugar, o trabalho imaterial tende a sair do mundo limitado do terreno estritamente econ√īmico, envolvendo-se na produ√ß√£o e na reprodu√ß√£o geral da sociedade como um todo. A produ√ß√£o de id√©ias, conhecimentos e afetos, por exemplo, n√£o cria apenas meis atrav√©s dos quais a sociedade √© formada e sustentada; esse trabalho imaterial tamb√©m produz diretamente rela√ß√Ķes sociais. O trabalho imaterial √© biopol√≠tico na media em que se orienta para a cria√ß√£o de formas de vida social; j√° n√£o tende, portanto, a limitar-se ao econ√īmico, tornando-se tamb√©m imediatamente uma for√ßa social, cultural e pol√≠tica. Em √ļltima an√°lise, em termos filos√≥ficos, a produ√ß√£o envolvida aqui √© a produ√ß√£o de subjetividade, a cria√ß√£o e a reprodu√ß√£o de novas subjetividades na sociedade. Quem somos, como encaramos o mundo, como interagimos uns com os outros: tudo isto √© criado atrav√©s dessa produ√ß√£o biopol√≠tica e social. Em segundo lugar, o trabalho imateiral tende a assumir a forma social de redes baseada na comunica√ß√£o, na colabora√ß√£o e nas rela√ß√Ķes afetivas. O trabalho imaterial s√≥ pode ser realizado em comum, e est√° cada vez mais inventando novas redes independentes de coopera√ß√£o atrav√©s das quais produzir. Se sua capacidade de investir e transformar todos os aspectos da sociedade e sua forma em redes colaborativas s√£o duas caracter√≠sticas extraordinariamente poderosas que o trabalho imaterial vem disseminando para outras formas de trabalho. Essas caracter√≠sticas podem servir como um esbo√ßo preliminar da composi√ß√£o social da multid√£o que hoje anima os movimentos de resist√™ncia ao estado global permanente de guerra.” (HARDT; NEGRI, 2005, p. 100-101).