A morte e o amor, que fim Efraim!

Ha lugar mais comum que falar em morte e dizer do amor? Ou apenas odio e amor? Qual desses temas ‘lugares comuns’ lhe irritam mais?

Basta!Chega de lugares comuns em nossos textos, ainda que sejam mediocres, nao nos deixemos vencer pelos lugares comuns!

Vamos inverter, apresentar uma saida. Efraim Medina Reyes (2006), em seu livro “Era uma vez o amor mas tive que mata-lo” (musica de Sex Pistols e Nirvana), propos algo inteligente para falar de morte e de amor no inicio deste seculo: misturou o rock’n roll numa construcao poetica masculina agressiva, pos-moderna, completamente colombiana.

Atraves de nada ‘espetacular, espetacular’ em seu texto, Efraim trata de temas sublimes como arte, processos de criacao e amor, mostrando situacoes que alcancam o vacuo. Aquele vazio que existe entre o ego e a pessoa amada, ou aquilo que amamos, que nunca podemos compreender mas apenas ver.

Dai, em seu jeito simples e seco de colocar as coisas, a expressao de todo sofrimento no mundo, sem maiores preocupacoes.

Reynes, Efraim M.(2006)Era uma vez um amor mas tive que mata-loTrad. Maria Alzira Brum Lemos. Sao Paulo: Planeta do Brasil.

One response to “A morte e o amor, que fim Efraim!

  1. O fim deste livro é muito bom, por falar em fim.
    Aliás, todo o livro pode ser resumido pelo seu título.
    Saudades do paraíso.

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